sábado, 19 de setembro de 2009

PROSSECO EM LATA!! ( PARTE 2)- Como surgiu a ideia da lata.


Mas olha como a midia e formadores de opinioes interferem nas preferencias do produto?

A idéia nasceu da necessidade de servir Prosecco de maneira mais simples no après Ski. A razão principal para isso era a dificuldade de manuseio de garrafas e taças com as mãos presas em luvas e fatos de esqui. Tal tarefa provava-se extremamente complicada. Guenther Aloys, proprietário de um hotel em Ischgl, na Áustria questionou a possibilidade de enlatar doses de Prosecco para que fossem consumidas directamente das latas.

Aloys não é um esperto na produção de Prosecco nem tampouco na distribuição de bebidas, enfrentou então a difícil tarefa de procurar um Prosecco adequado e um distribuidor associado para a produção, design, envasilhamento, serviço de logística e marketing, pois desejava que RICH® se tornasse um producto de altíssima qualidade.

mynetfair – embora ainda não estivesse no ar – auxiliou ao oferecer ao senhor Aloys a cadeia de fornecedores adequada para seus productos. Depois de um breve período de pesquisas, as uvas adequadas para este vinho fino foram encontradas em Treviso, uma província da Itália conhecida como o lar do Prosecco. Uma empresa norte-americana que desenvolvera um método patenteado para envasilhar o Prosecco sem perda de qualidade, foi comissionada para executar este serviço. Uma agência de publicidade de Baden-Baden, Alemanha encarregou-se do design da embalagem e rapidamente submeteu um design muito atrativo de uma lata dourada. Pfanner, uma empresa da Áustria, foi selecionada como a associada para envasilhar e, para o subseqüentemente marketing, a RICH® Sales & Marketing GmbH foi constituída em Memmingen, Alemanha.

Com a assessoria da mynetfair, a idéia de oferecer Prosecco em latas foi transformada num producto de qualidade. O sucesso do projeto não repousa somente na sua alta qualidade e expansão de mercado consistente, mas sim no seu elevado perfil. Além da Glamour girl e herdeira do hotel, Paris Hilton, que é a embaixadora da marca RICH na Europa, o RICH® Prosecco conseguiu tornar-se de um dia para o outro o lider de mercado tornando-se uma presença indispensável no comércio e na gastronomia.

postado por Denise Silva Savaris 19/09/2009

PROSSECO EM LATA!! ( PARTE 1)


Voces lembram dessa empreitada?
Pois bem, depois de tanta falaçao e de tanto ibope que destino teve a Rich?
Pra quem nao sabe vou lembra-los.
Em 1997 em parceria com a empresa alemã Rich Sales & Marketing, a modelo, atriz e socialite americana Paris Hilton, de 28 anos, botou fogo no mercado de espumantes ao lançar uma marca de prosecco na Áustria em 2007. Denominado "Rich Prosecco", o vinho chegou ao mercado somente neste ano em forma de latinhas douradas, assim como cervejas e refrigerantes, por apenas 2,0 euros.
Para divulgar o produto, Paris apareceu totalmente nua, com o corpo pintado de dourado, em outdoors pela cidade.
Os tradicionais produtores da bebida não gostaram nada da idéia e declararam guerra à linha de Paris.
Com essa polemica foi lançado no Brasil a Glann.
Segundo os produtores a Glann foi desenvolvida como resultado da busca de um produto ideal, a apartir de um produto tradicional, " um vinho frisante", com sofisticaçao,
desing e um novo conceito para ser apreciado por consumidores altamente exigentes e segundo eles para ser consumido em celebraçoes.
Bem!! Primeiro onde esta a sofisticaçao em beber um frisante na lata?
Segundo Prosseco?
Onde esta a regiao de denominaçao?

Postado por Denise Silva Savaris 19/09/2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Voces sabiam que o Figueira Rubaiyat faz seu proprio vinagre?


Alçado à fama de cartão-postal da cidade, o restaurante A Figueira Rubaiyat, no Jardim Paulista, tem como primeiro atrativo uma figueira secular que sombreia o salão e reina absoluta na decoração da casa. Mas, no subsolo, as raízes da famosa árvore dividem espaço com um inusitado depósito, instalado bem debaixo dos pés dos cozinheiros. Nesse cantinho escondido se produz todo o vinagre usado na casa para temperar os pratos. Desde a inauguração, em 2001, o restaurante fabrica o condimento, feito de vinho tinto e armazenado em barricas de carvalho antes de chegar à mesa. Uma escada vertical liga a cozinha ao depósito, de onde saem 50 litros de vinagre a cada vinte dias. Recado para os clientes curiosos e de espírito aventureiro: não há um convite expresso para visitar a pequena sala (mas não custa nada tentar!).

fonte: veja- abril por MArcela Besson

Vocês conhecem o VINI-VEGAS? e Gostariam de participar de um Cruzeiro Tematico sobre vinhos Portugueses?

Gostaria muito da opiniao de todos sobre esse projeto.
Quantos dias seria ideal para um bom evento e qual o melhor periodo?

O intuito é oferece-lhes um cruzeiro temático, muito original e particular, em que poderá se aprender e aprimorar-se tudo sobre o que sempre sonhou !VINHOS!!!. Navegar e descobrir os vinhos Portugueses.
Profissionais da área vitivinícola estarão a bordo para ajudá-lo a conhecer o fascinante mundo dos vinhos, com conferências, degustações e visitas lúdicas a quintas .
Nesta viagem pode- se aprender tudo relacionado com a prova, preparação dos vinhos e com uma Visualização dinâmica e especial de cada vinícola
Os participantes recebem a formação teórica e prática durante o cruzeiro que serão de grande importância para os apaixonados do vinho . E que fácilmente irão pôr em prática nos momentos especiais das suas vidas.
Vamos percorrer, degustar, conhecer e aprender tudo sobre as principais regiões vinícolas portuguesas, e sobre os seus vinhos (Vinho do Porto, Vinho Verde e vinhos tintos e brancos ).
A aventura de um cruzeiro temático é oferece-lhes a possibilidade de apreciar a navegação e de ter prazer em conhecer vinhos ao mesmo tempo.
Guiado por um Sommelier profissional e Enólogos das Empresas . Descobrirá em fácil linguagem uma maneira de enterterimento de como degustar um bom vinho, de reconhecer seu aroma e aprender o vocabulário usado ( isso para iniciantes) e uma maneira dos profissionais da area conhecerem adegas novas no mercado.
Durante o cruzeiro provaram de uma seleção grande de vinhos PORTUGUESES, assim como terão a oportunidade de descobrir vinhos de zonas emergentes novas.
Os participantes poderão aprender de forma prática e envolvente , onde poderá ser recordada facilmente e colocado em pratica a qualquer momento.
Todas as atividades serao realizadas por grandes profissionais .
Dentro as atraçoes teriamos a presença do VINI VEGAS CASSINO.

VINI VEGAS® propõe um universo embriagador e prestigioso de Casino adaptado ao mundo misterioso e delicioso do vinho. VINI VEGAS
Jogos diversos, simples e originais, vinculados aos sentidos, a memória e sobre tudo ao VINHO,são animados por sumilleres-croupiers escolhidos por suas habilidades e suas atitudes para a animação. Eles ajudam aqueles que são iniciados no mundo dos vinhos , para que todo mundo goste da noite.



Tendo provado cegamente selecionado vinho na mesa, os participantes Vini-aposta suas fichas para adivinhar a origem do vinho de doze possibilidades.
Los sumilleres-croupiers orientarán con pequenos indicios os enofilos.



Os participantes devem identificar diferentes aromas e jogoR suas fichas Vini nas muitas possibilidades propostas .







"Branco, rose ou tinto? "Depois de degustação em vidros opacos, quem é capaz de apostar suas fichas Vini nas combinações certas? "Incrível, não?

ESSA É SÓ UMA AMOSTRA DO QUE SERÁ ESTE GRANDE EVENTO....AGUARDEM MAIS NOTICIAS

O proposito do cruzeiro seria conhecer algumas Produtoras de vinhos portugueses que estao sendo lançado no mercado.Alem claro de desfrutar de uma viagem maravilhosa fazendo o que mais gostamos....DEGUSTAR O NECTAR DE BACO.

POSTADO POR DENISE S.SAVARIS 17/09/2009.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Falando sobre o genuino Queijo da Serra da Estrela


Queijo da serra
Um bom vinho sempre pode ser acompanhado com um bom queijo.E o queijo da Serra da Estrela e um acompanhento excepcional. Este queijo, conhecido como Queijo da Serra, é um queijo feito com leite de ovelha, muito apreciado por portugueses e turistas de todos os países, sejam eles espanhóis, franceses, britânicos ou de qualquer outro ponto geográfico.

Tradicionalmente coagulado com cardo, é produzido no Inverno. O seu êxito dependia, outrora, da temperatura das mãos das mulheres que o fabricavam nas frias casas de granito características da arquitectura da região.

Actualmente as pequenas fábricas que o produzem artesanalmente são certificadas, tendo o direito de utilizar a marca "DOP" (Denominação de Origem Protegida), por forma a assegurar ao consumidor a qualidade e autenticidade do produto.

À temperatura ambiente o Queijo da Serra torna-se fluido. Geralmente come-se à colher através de um buraco no topo.
Processo de confecção
O Outono, altura do ano em que as ovelhas já tiveram as crias, e os pastos começam a ficar verdejantes, é o período ideal para fazer o queijo Serra da Estrela.
Em termos técnicos, o fabrico tem início com uma selecção criteriosa do leite, exclusivamente fornecido pela ovelha de raça Bordaleira da Serra da Estrela.
Após a ordenha, o leite, ainda morno, é colocado em recipientes próprios para a formação da coalhada, sendo esta obtida após coagulação do leite de ovelha cru e obtida através da utilização do cardo, previamente moído no almofariz. Mexe-se bem e deixa-se coalhar durante uma hora, aproximadamente. Depois deste repouso, segue-se o dessoramento, que consiste na extracção do soro do leite. De referir que a coalha tem de ser cuidadosamente agitada por formar a não prejudicar o endurecimento do grão.
Aos poucos, vai-se pressionando a coalha para se retirar o soro, entretanto aproveitado para fazer requeijão. Extraído o soro, procede-se ao chamado enchimento, isto é, a coalha é colocada nos cinchos (objecto em inox, de forma redonda, todo perfurada, que se aperta à medida que a coalhada é espremida) e, o restante soro é retirado com o apoio de uma francela em inox. Nesta fase, o queijo adquire já a forma que lhe conhecemos. Segue-se o processo de salga de ambos os lados e assim permanece até ao dia seguinte, altura em que lhe é retirado o cincho. A sua maturação deve ser feita num ambiente a rondar os 90% de humidade relativa e com temperatura variável entre 6ºC e 12ºC.
A partir daí, deve ser virado de dois em dois dias, de manhã e à noite, durante um mês, para que atinja o processo de maturação e encascamento necessários para que possa ser cortado em fatias. No entanto, quem preferir pode consumi-lo mais cedo como queijo serra amanteigado.
Manda a tradição que todo este processo de confecção seja feito junto à lareira e quem faz o queijo, deve ter as mãos sempre frias. Para além disso, as artesãs têm de ter, essencialmente, muita paciência, já que todo o processo (desde a ordenha até ao queijo pronto) demora aproximadamente quatro horas. Por fim, importa destacar que cada queijo leva aproximadamente sete litros de leite. Um rebanho de 70 cabeças produz leite para quatro queijos por dia.
Existem no mercado vários tipos de queijo "classificados" como Serra da Estrela, e mesmo queijos de ovelha de fabrico artesanal, muito parecidos com o genuíno Serra da Estrela. Do "ser" ao "parecer" vai uma diferença grande. É importante que o consumidor saiba como reconhecer o produto genuíno. O selo de certificação é a melhor garantia de que o consumidor vai levar para casa um produto de qualidade.
Para assegurar a qualidade e autenticidade e, ao mesmo tempo, satisfazer o paladar do consumidor, o queijo Serra da Estrela, de Denominação de Origem Protegida(DOP), é sujeito a um rigoroso processo de certificação. Exige-se o cumprimento de regras bem definidas para o seu fabrico, por parte das queijarias. Para além de ter que ser produzido com leite de ovelha raça bordaleira, típica da região, o processo assenta em outras características fundamentais. O produtor tem que exercer a sua actividade na Região Demarcada do Queijo Serra da Estrela, de onde também tem que ser originário o rebanho tradicional. O curral deve assegurar as condições de saúde e higiene do rebanho, assim como o processo de ordenha, acondicionamento, transporte e conservação do leite têm que ser efectuados em condições de máxima higiene. O produtor deve possuir uma queijaria devidamente licenciada, independentemente de certificarem ou não o seu produto. As salas de cura devem estar dimensionadas de acordo com a produção, tendo em conta que o queijo a certificar tem que ter, no mínimo, 30 dias de cura.
Todo este processo é extremamente importante e dele depende o licenciamento da queijaria. No entanto, o verdadeiro processo de certificação começa com a selecção de um queijo, de forma aleatória, que será levado para os laboratórios da entidade certificadora Aí o queijo é analisado e submetido a um painel de provadores, normalmente composto por outros produtores já certificados. O queijo é ainda analisado nos laboratórios do Instituto de Qualidade Alimentar, local onde é possível detectar uma eventual mistura de leites. Só depois de todo este processo é que o lote de onde se retirou o respectivo queijo será rotulado, e lhe será atribuído o selo de certificação, podendo depois entrar no mercado como queijo Serra da Estrela de Denominação de Origem Protegida.
Pedro Couceiro, membro da direcção da Confraria do Queijo Serra da Estrela, lembra que para ser comercializado "o queijo tem de provir de queijarias licenciadas, o que não quer dizer que tenham de ser obrigatoriamente certificadas. No entanto, para ter a denominação de "Queijo da Serra da Estrela" tem de ser certificado. Apesar de poder ter as mesmas características do certificado, o outro queijo tem de ser denominado de Queijo de Ovelha Curado, não podendo ter a Denominação de Origem Protegida (DOP)".
Qualidade para o consumidor sai cara ao produtor
> Se para o consumidor o selo de certificação é sinónimo de garantia de qualidade, para o produtor, a certificação é sinónimo de despesa e custos avultados. Na verdade, a certificação do queijo não é muito atractiva para os produtores, pelo que muitos optam por vender os queijos em queijarias licenciadas e não obrigatoriamente certificadas.
As normas e exigências para obter um queijo certificado, requerem instalações apropriadas e dispendiosas para a maioria dos pastores, pelo que muitos optam por não confeccionar o produto e vendem o leite das suas ovelhas para as fábricas.
Pedro Couceiro, membro da direcção da Confraria do Queijo Serra da Estrela, entende que "a certificação possa ser uma mais valia para as pessoas que consomem o produto ou para aqueles que ainda não o conhecem. O que é facto é que, na prática, a certificação representa mais um custo para o produtor".


fonte jornal do centro.pt
Denise Silva Savaris.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O prazer de compartilhar: amigos e vinhos


Transforme sua casa num ponto de encontro entre seus amigos e os vinhos. Vire especialista nessa bebida antiqüíssima, que alegra o coração.

Antigo, mas atual
Quer saber tudo sobre os diferentes vinhos e a melhor forma de servi-los? Seus amigos já estão aprendendo e conversam sobre os diferentes tipos de uvas e como bebê-los? O vinho ganhou inúmeros adeptos nos últimos anos, embora seja um antigo companheiro da humanidade. Noé plantou uma videira e embebedou-se com seu vinho, segundo conta a Bíblia no Gênesis. Os gregos bebiam vinho em abundância, e os romanos levaram suas vinhas para todas as regiões que conquistaram. Mais tarde, a Igreja foi a encarregada de custear o cultivo e a fabricação do vinho, usado na Santa Missa. Viu como o vinho já ajudou a incrementar muitas ocasiões graças ao seu sabor?

Agora é a sua vez
Talvez seja você a pessoa que mais entenda de vinhos em seu círculo de amigos. Convidá-los para conhecer diferentes vinhos em sua casa é um ótimo programa, e todos vão adorar. Você pode organizar as ocasiões de acordo com as diferentes maneiras que existem para classificar um produto tão variado. Por exemplo, pelo modo de "vinificação", ou seja, o processo pelo qual a uva se transforma nessa refinada bebida. Existem os vinhos elaborados sem aditivos durante a fermentação, que podem ser brancos, tintos ou rosados. Os "fortificados" têm maior graduação alcoólica, aumentada durante a vinificação. Por último, os espumantes, como o champanhe, que recebem processo duplo de fermentação, o que lhes confere esse borbulhar tão delicioso. Já são três temas para organizar três reuniões bem diferentes!

Olhos, nariz, paladar
Outra maneira de classificar os vinhos é pelo local de procedência, mas a forma mais clássica é pela cor. Com seus diferentes tons de vermelho, os tintos são facilmente discerníveis dos brancos, de tonalidade âmbar mais ou menos intensa. Por último, os rosados ou "rosé" completam a "paleta" desta artista da cor que é a indústria de vinhos. Mas o que realmente importa é poder desfrutá-los com todos os sentidos. Seus convidados poderão observar as diferentes tonalidades e transparências, se os vinhos forem servidos em belas taças ou cálices. Poderão apreciar seus diferentes aromas ao entrar em contato com os vapores antes de provar a bebida. E depois, completarão a degustação, ao perceber os sabores amadeirados, frutados, e outros mais... tudo o que os vinhos despertarem no paladar de quem souber apreciá-los.
fonte:http://www.discoverybrasil.com/homeandhealth

domingo, 13 de setembro de 2009

VINHOS URUGUAIOS

OS VINHOS URUGUAIOS

O vinho do Uruguai é cultivado em uma localização geográfica privilegiada e em terras particularmente adequadas para o cultivo da vide, o que faz do Uruguai um país vitivinícola por excelência. Localizado na mesma latitude que as melhores áreas cultiváveis da Argentina, Chile, África do Sul e Austrália - entre 30º e 35º sul - é possível cultivar a vide em todo seu território.
O reconhecimento atingido em numerosos concursos internacionais, o crescimento das exportações de vinhos uruguaios e a profundidade dos processos de reconversão, são o resultado de um incansável espírito inovador que os imigrantes europeus transmitiram às novas gerações em suas próprias famílias.
Falarei hoje um pouco da Bodega de San Juan.
Com uma produção media anual de 50.000 caixas de 12 com volume de 750 ml a propriedade tem uma superfície total de 221 hectares. Produzem vinhas de uvas:
Branco
Riesling, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Gewürztraminer.
Tintas
Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat, Tempranillo, Pinot Noir.
As características de clima e solo nas colinas de San Juan tornam este espaço ideal para o desenvolvimento das videiras. Cercado pela natureza, longe da poluição nas cidades, as tensões se desenvolver em um ambiente saudável e natural.
Com uma gama de grandes marcas de vinho a Bodega San Juan e considerada patrimônio Nacional







O nome "colonial" evoca a região e época onde as colinas de San Juan foram criada em 1854. Esta linha de vinhos homenageia o primeiro vinho produzido pela vinícola em 1900, que usou as mesmas tensões e hoje cortes. Eles são jovens vinhos, que prendem com a sua frescura e sinceridade.








San Juan Fiesta é uma linha de vinhos para bater o mercado com mais de 25 anos atrás, em homenagem ao touro "Fiesta", um uruguaio Hereford Casa de Los Cerros de San Juan que foi homenageado no mesmo ano em exposições Del Prado (Montevidéu) e Palermo (Buenos Aires) em 1956, marco histórico no rebanho nacional.
Três vinhos mistura, branco, rosa e vermelhos juntos e combinando os atributos das cultivares Riesling e Sauvignon Blanc, Cabernet Sauvignon e Tannat Tannat e Merlot, respectivamente.








A linha San Juan é um sexteto de únicos vinhos, variedade, Riesling, Sauvignon Blanc, Merlot, Cabernet Sauvignon e Tannat. Estes vinhos são designados pelos nomes das uvas que dão origem e ser reconhecido pela cor de suas etiquetas.
Os vinhedos de uvas brancas e vermelhas solo pedregoso ocupam. O novo Tannat Los Cerros de San Juan foi plantado diretamente no solo calcário mãe, que é muito próximo à superfície, no local escolhido para a vinha.
Há cinco vinhos, dois brancos e três tintos, criados no frasco entre nove e dezoito meses. Portanto, mesmo que os brancos são bebidos no ano seguinte à sua produção. Vinhos creme Riesling Label "Sauvignon Blanc" charuto Label, "Chardonnay" Green Label "Merlot" Blue Label "Cabernet Sauvignon" Black Label "e Tannat" Red. Label "expressar a vocação e temperamento das suas uvas na linha produção San Juan dedicado aos apreciadores que valorizam a variedade típica.








Na segunda metade do século XIX desembarcaram nas margens do Rio San Juan, os primeiros europeus cascos de carvalho da Família Lahusen nativa Alemanha, fundador da empresa. Cento anos depois ainda têm a aliança entre o carvalho ea adega nós levantamos em nossos cuidados. Da banheira para Bordéus barril incluindo barris, tonéis e capacetes, muitas são as formas da madeira nobre comprometidos com o nosso vinho. Com este leque de contentores, muitos deles com uma longa história, a adega estimados um milhão de litros de capacidade, a maior parte do Uruguai envelhecimento em resposta à afirmação "de qualidade que vem da história." Esta abordagem é vinhos elaborados Vigas de San Juan Tempranillo, Pinot Noir e Tannat.







"Cuna de Piedra” É um trio de vinhos de alta expressão.
Vinhos variedade Único de envelhecimento são Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Tannat.
O nome "Cuna de Piedra" evoca as características da exploração vitícola onde as uvas amadurecem e da adega, onde nasceu.
As uvas para os vinhos de crescer em solos rochosos típicos do mundo reconhecido regiões vinícolas. A adega, que foram alojados em fase de reprodução foi construída em pedra, na segunda metade do século XIX. Projetado no modo underground prestação de temperatura e umidade adequadas para o seu nível de registro e por trazer em madeira e garrafa prolongada.
Estas condições ideais para reprodução são necessárias para a concepção de vinhos "Cuna de Piedra"







Produtos Especiais Los Cerros de San Juan: Jubileu 2000 Comemoração 150, Lahusen 1854 Organic Cabernet Sauvignon, Mistela.

San Juan Sunny Seco e doce, uvas Riesling maduras são nascidos e criados em barris de carvalho no sol e brisa fresca do Rio San Juan. Estes são vinhos especiais, bebidas, perfume, âmbar delicado de nozes e passas boca poderosa, forte e doce com paladar aveludado.
Momentos de San Juan Sunny são o aperitivo com patês, queijos fortes, salgados, sobremesas cremosas que fecha a refeição, a refeição longo, café e, também, pode ser saboreada apenas em um momento de reflexão.
Na padaria tem o seu lugar ao lado de Marsala, Sherry e do Porto.




Los Cerros de San Juan enfrenta o mercado externo com exportações para países diferentes, com sua própria marca de vinhos que normalmente vendem no Uruguai, tendo como alvo um mercado selecionar os valores do esforço e cuidado em colocar este produto nobre. (Alemanha, E.U.A., Inglaterra, Itália, Brasil, Coréia e Japão)
Denise Silva Savaris 13/09/2009.
FONTE:
http://www.loscerrosdesanjuan.com.uy










Seco
Doce