quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

BEBER VINHOS NO VERÃO? É CERTO?

Tomar ou não vinho no verão?


Claro que pode!!
O vinho se tornou um habito e até um modo de vida para muitos e só por que chegou uma nova estação não podemos viver durante o verão.
A Alguns anos atrás tomar vinho no verão seria uma grande heresia.Degustar um vinho no calor então seria sinonimo de gafe certa.
Mas essa teoria já não faz mais parte da rotina do brasileiro.
Tudo isso é uma questão de racionalizar os preconceitos e e ter equilíbrio.
O novo enofilo passou o inverno todo se informando, estudando, degustando e formando sua primeira adega com alguns rótulos que lhes dão prazer.Ai chega o verão e ele se pergunta! Será que posso levar algumas garrafas para praia?
O que temos que lembrar é que álcool ( etanol presente no vinho) é vaso dilatador e com isso o corpo se aquece mais rapidamente.Por esse motivo o tinto que tem um concetraçao de álcool as vezes maior e não é Tao favorável dependendo do momento e da hora.
Sabemos que a maioria tem um apreço maior pelo vinho tinto encorpado, mas tomar um vinho desse tipo na praia , no almoço ,num final de sena ma e em pleno meio dia, realmente é querer acabar com qualquer programa de final de tarde.
A sensação após o termino da grande degustação será o de ter andado com um casaco de pele em uma rua qualquer do pais em pleno meio dia!
Seria uma experiência desagradável!!!
Pois bem! então essa é a melhor época para podermos explorar essa bebida do Deus Baco.
É a melhor hora para conhecermos os outros segmentos dessa bebida milenar.
E a vez de tomarmos conhecimentos dos vinhos Brancos, Rose e dos Espumantes.E temos opções maravilhosas!
Mas o que escolher?
O que temos que pensar é que no momento de harmonizar comidas leves de verão como saladas, peixes, crustáceos, legumes, carpaccios,queijos entre outros nada melhor que os vinhos com aromas leves, frutados e acidez leve que combinam muito bem com esse cardápio da estação mais quente do ano e os Brancos, Rose e Espumantes fazem parte dessa harmonização.
A temperatura média dos brancos, verdes, rosés, e espumantes mais simples e sem barrica, é em torno de 7°C a 8°C, E, se você tiver mesmo vontade de tomar um tinto, reduza a sua temperatura até os 14°C. Lembre-se sempre de que não se esfria o vinho como a cerveja, e que ele pode perder toda a sua riqueza à baixa temperatura de serviço. Mantenha seu vinho na geladeira cerca de 12 horas antes de servir. O frio ajuda a tirar o estreasse do vinho, causado pelas vibrações da viagem. No balde, sempre a mistura de água com gelo em proporções iguais na saída da geladeira durante 15 minutos.

Pronto para descer ao litoral? Se possível transporte o vinho dentro do carro em companhia do ar-condicionado. As malas em pleno sol são iguais às panelas de pressão.
E não esqueçam, hoje o chique do chique é saborear uma taça de espumante com os pés dentro d' água. A sensação é divina!

Saúde e boas ferias!!!

Denise S.Savaris.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

PARABÉNS ENOBLOGS!!! PARABÉNS BLOGLEIROS!


A quase um mês sem postar, volto hoje para parabenizar o nosso amigo Alexandre Frias, por um ano de Enoblogs.
Uma ideia que nasceu para reunir e organizar conteúdos sobre essa matéria milenar...O VINHO.
Mas o que realmente aconteceu foi o nascimento de um site de amizade com grandes Enófilos, Enologos e Formadores de opinoes que com grande coragem e principalmente conhecimento ensinam e demonstram sem medo suas aventuras e experiências no mundo do vinho.
Um site serio e seguro onde podemos trocar conhecimentos e expor nossas ideias sem que com isso deixemos de ser nós mesmos.
Um site onde podemos trazer o Real para o virtual.
Um site onde profissionais do mercado e enofilos transmitem suas impressões dos vinhos através de eventos virtuais e principalmente Real.
Através desse site podemos expandir nossos conhecimentos e principalmente trocar informações com pessoas experientes onde o conceito maior é a informação, pesquisa e questionamento , além de muito trabalho para podermos deixar informados todos aqueles que como os blogleiros desse site amam o VINHO.
Parabéns ENOBLOGS!
PARABÉNS ALEXANDRE E SAÚDE E QUE ESSE SEJA O PRIMEIRO DE MUITOS ANOS DE AMIZADE E AMOR PELO VINHO!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Quinta da Murta 2007


Carregado na cor, apresenta aroma de fruta confitada com notas de café com leite e leite-creme. Na boca sobressai a fruta e o corpo.Vinho com robustez, apresenta estrutura que lhe permite evoluir por muito tempo em garrafa.
Um tinto , regional de um clima atlântico e solo argiloso calcário/calcário.
Elaborado 1005 com a Touriga Nacional as uvas desengaçadas após dois dias de maceração a frio, fermentam em lagares de inox a 26ºc durante 6 dias. finda a fermentação malolática, 100% estagiou 12 meses em barricas usadas de carvalho francês e Americano.
Com um teor alcoólico por volume de 13,5% as qualidades desse touriga Nacional são evidentes.Muito equilibrado e pronto pra beber.
Mais um nectar da Quinta da Murta.
Elaborado pelos enologos Nuno Candela de Abreu e Hugo Mendes

Postado por Denise S.Savaris 07/09/2009

Vale da Murta 2007


Aromas de Frutas Silvestres , mostram bom casamento com as notas de madeira.Na boca
confirma-se no nariz um conjunto harmonioso e aveludado em que os taninos se encontam perfeitamente evoluídos.Final de boca prolongado e consistente.
Mais um vinho produzido pela Quinta da murta. Elaborado com 50% touriga nacional e 50% syrah as uvas desengaçadas após dois dias de maceraçao a frio, fermentao em lagares de inox a 26º durante 6 dias.
Finda a fermentaçao malolática, 30% estagiou em barricas de carvalho francês e americamo.Com um teor alcoolico de 13% tem uma produçao de 15.000 garrafas.
Um bom vinho para refeiçao ou convivio.Eleito pela revista vinhos 2008 como Premio de melhor compra.
Enologos: Nuno Cancela de Abreu e Hugo Mendes.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Festa das vindimas 09 na Vale dos Fornos.

As vindimas na Quinta Vale dos Fornos, conhecida, como uma das maiores do
Ribatejo, foram celebradas este ano em especial, com a transmissão direta
atraves da RTP1, através do programa " Festa das vindimas 09".
Apresentada por João Baião e Tania Ribas de Oliveira, contou com diversos convidados,
musica e muita animaçao.
Tive a oportunidade de seguir a Festa por 30 minutos ao vivo e confesso que foi linda!
Uma Festa folclorica muito divertida e animada.
Parabens aos anfitrioões.


postado por Denise S.Savaris 06/09/2009

Quinta da murta - Classico 2007


Uma otima pedida!
Muito frutado no nariz e com citrino bem casado com as notas de bauninlha e canela.
Na boca é freco equilibrado com corpo e elegancia.No fim de boca é longo e estimulante.
Acompanha bem peixes mais encorpados assados ou cozidos e com molhos fortes como bacalhau e carnes brancas.
Produtor: Encosta da Murta, Sociedade enotoristica S.A
Vinho branco da regiao da estremadura com classificação D.O.C
Casta arinto cultivada em solo argiloso e calcario num clima atlantico.
Da sub regiao de bucelas de onde se forma os melhores vinhos brancos de Portugal.
Com um teor alcoolico de 13, 5% é fermentado em barricas novas de carvalho francês e americano numa proporçao de 50% cada e a uma temperatura média controlada de 16º seguida de batonage durante 3 meses com uma produçao de 6.600 garrafas.
A Quinta da Murta esta sendo introduzido no mercado Brasileiro ainda este ano e logo poderemos desfrutar de mais esse nectar do Deus Baco.
Med.Prata Conc.Nac.Vinhos.


Postado por Denise S.Savaris 06/09/2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Herdade do Carvalhal - Lysias


O Alentejo denota grande aptidão na produção de vinhos de marcada qualidade e tipicidade. Povoa-se de vastos vinhedos por extensas planícies sob o sol escaldante que ilumina e amadurece as uvas que qualificam os vinhos do Alentejo. Esta região encerra em si uma grande riqueza histórica e arquitectónica. Tem uma população franca e hospitaleira que soube manter tudo o que de bom herdou dos seus antepassados. A gastronomia alentejana é de grande diversidade, de sabores fortes e sensuais. Os vinhos do Alentejo caracterizam-se por serem de aromas frutados, intensos, originais e equilibrados. Entre as demais, são duas as castas que os marcam e os distinguem; Trincadeira denotando frescura e grau alcoólico adequado; Aragonês de cor tinta carregada conferindo corpo aos vinhos.
Em 1999, foi fundada a empresa unipessoal com o nome do proprietário e enólogo, Fernando Soares, com a aquisição da Herdade do Carvalhal, situada em Urra, Concelho de Portalegre com uma área total de 52 hectares.
Tem início a preparação do terreno com o apoio técnico de empresas especializadas no sector de construção. Inicia-se a plantação de vinha numa primeira fase.
A região vitivinícola de Portalegre, onde se encontra a Herdade do Carvalhal, localiza-se no Alto Alentejo e as suas referências históricas sobre a vinha e o vinho remontam aos princípios da nacionalidade. Sob o ponto de vista climático e orográfico esta região é bem diferenciada das restantes zonas vitivinícolas do Alentejo; a Serra de São Mamede associada à cobertura agro-florestal confere-lhe um microclima específico e muito favorável à cultura da vinha. A denominação Portalegre aplica-se a vinhos tintos e brancos provenientes de vinhas instaladas em solos dominantemente de origem granítica e em algumas manchas de xistos e quartzitos. São, no entanto, os vinhos tintos que predominam nesta região. Obtidos a partir da vinificação das castas Aragonês, Grand Noir, Periquita e Trincadeira às quais se associam em menor proporção as castas Alicante Bouschet e Moreto. Os vinhos brancos são obtidos a partir das castas Arinto Galego, Roupeiro (casta que localmente se denomina "Alva"), Assario, Manteúdo e Fernão Pires
Três anos depois, a Herdade do Carvalhal lança a marca LYSIAS a partir das castas Trincadeira e Aragonês exclusivamente de uvas da Herdade do Carvalhal.
O vinho é vinificado em adega em regime de subcontratação sob controlo rigoroso do enólogo e da responsável pela Segurança Alimentar. É garantido o controlo dos perigos associados à segurança alimentar através da abordagem dos princípios do Sistema Haccp.
A data de vindima é determinada através do estudo de maturação e registo da acidez, grau alcoólico provável e da prova organoléptica do bago da uva, de forma a obter o ponto óptimo de aroma de cada casta.
Um controlo de qualidade é garantido em todas as etapas de produção desde o acompanhamento da maturação das uvas que vão ser usadas na elaboração dos nossos vinhos, na vindima, na vinificação até às fases de engarrafamento e expedição do produto final.
Especial atenção é dada ao esclarecimento rigoroso dos nossos clientes sobre as características dos nossos produtos e os cuidados no seu consumo.
A Herdade do Carvalhal aposta na detenção do controlo dos processos de plantação, vinificação e distribuição dos seus vinhos. Apostando no canal HORECA e no mercado externo, a Herdade do Carvalhal pretende consolidar a sua posição no mercado com vinhos exclusivamente da sua produção, de elevada qualidade e um rigoroso controlo de forma a ir de encontro às expectativas dos seus clientes.
Após um estudo das castas do Alentejo através de micro vinificações e comparações das mesmas castas entre regiões diferentes, verificou-se que as castas que melhores resultados mostraram foram o Aragonês, Trincadeira e o Alicante Bouschet.
A Herdade do Carvalhal tem uma área total de 52 hectares. Actualmente as castas tintas predominam em 100% da área plantada. Encontram-se plantados 42 hectares, dos quais 22ha com a casta Trincadeira, 15ha com a casta Aragonês e 5ha com a casta Alicante Bouschet. A restante área é ainda ocupada pela barragem de apoio ao sistema de rega e por zonas de pastagem.
O vinho Lysias é um vinho regional Alentejano, produzido unicamente com uvas da Herdade do Carvalhal.
O Lysias é produzido com uma rigorosa selecção de uvas das castas Trincadeira e Aragonês. Na vinha fazemos um rigoroso controlo, reduzindo a quantidade de produção de modo a obter uvas da mais alta qualidade. Da utilização da mais moderna tecnologia na adega e o cuidado controlo do enólogo, surgiu um vinho de côr granada intenso, aromas de menta e bagas silvestres com ligeiro toque de madeira, num conjunto complexo, boca estruturada com taninos vigorosos e densos, mas bem equilibrados, final de grande longevidade e persistência, o LYSIAS.
Em 2008, é constituída uma sociedade cuja denominação é Herdade do Carvalhal – Sociedade Vitivinícola de Portalegre, Unip., Lda cuja sede mantém-se em Portalegre mas com extensão de um armazém em Braga para apoia a rede de distribuição nacional a norte do país.

Herdade do Carvalhal
Nome do Produto: Lysias
Ano: 2006
Região: Alentejo
Castas: Aragonês e Trincadeira
Enólogo: Engº Fernando Soares
Vinificação e Envelhecimento
Das uvas previamente seleccionadas, são exclusivamente transportadas em
caixas de 20 kg, as quais são submetidas a um choque térmico numa câmara
frigorífica antes de serem desengaçadas.
A fermentação ocorre separadamente, por castas, a temperaturas controladas.
É envelhecido em cascos de carvalho por um período de 4 meses.
Posteriormente são engarrafados não sofrendo qualquer filtração de forma a
manter a qualidade do produto
Análises Físico-Químicas: Alc/Vol – 14 %
Acidez Total – 5.0 g/l
Acidez Volátil – 0.60 g/l
pH – 3.53
Extracto Seco – 27.4 g/l
Nota de Prova: Cor rubi intensa, aromas de amora madura e mirtilhos, boca de estrutura
média com taninos redondos e boa untuosidade no final de boca.
Armazenamento: As garrafas acondicionadas em caixas de cartão, devem ser armazenadas sem
abrir, em local limpo e arejado, e em condições normais de temperatura e
humidade.

postado por Denise S.Savaris 05/09/2009

Fonte: Herdade do carvalhal - Enólogo Fernando soares